COZINHAS ESCOLARES: NUTRICIONISTAS E MERENDEIRAS NOS FACILITIES

Com treinamento especializado e constante, os profissionais de facilities podem atuar nas cozinhas escolares e transformar a merenda em um produto mais atrativo e saudável.
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Publicado originalmente em 19 de dezembro de 2017

Desde os anos 40, o Governo Federal estabelece as diretrizes do PNAE (Plano Nacional de Alimentação Escolar). O plano determina, entre outros pontos, a necessidade de incluir nutricionistas e merendeiras no preparo e oferecimento da merenda escolar. Embora essa lei se aplique a escolas públicas e sem fins-lucrativos, a necessidade de uma alimentação saudável e atrativa para os alunos também afeta a rede privada de ensino. Por isso, contar com a experiência de profissionais qualificados nessa área é muito importante.

Empresas de facilities podem oferecer mão-de-obra especializada para áreas diversas de uma empresa ou colégio. Descubra a seguir como nutricionistas e merendeiras atuam em escolas e de que forma os facilities podem fazer a diferença no dia a dia das cozinhas escolares!

 

Merendeiras: mais do que cozinhar

Atuar em cozinhas escolares e profissionais exige treinamentos especializados, que levam em conta normas da vigilância sanitária e padrões altos de qualidade e higiene. Uma merendeira não é apenas responsável pelo preparo das refeições. Ela é capacitada também para manipular corretamente os alimentos, realizar a higienização adequada de frutas e legumes, garantir a temperatura ideal do cozimento e até mesmo controlar o tempo de exposição dos alimentos na hora da distribuição.

 

Nutricionista: supervisão e criatividade

Em escolas, o papel do nutricionista segue duas vias principais. De um lado, a supervisão e orientação da equipe da cozinha. É importante que o nutricionista esteja na escola pelo menos uma vez por semana. Esse acompanhamento constante reforça os treinamentos e garante a qualidade do serviço. Também é papel do profissional em nutrição garantir um cardápio saudável, variado e atrativo para as crianças. A concorrência com cantinas que vendem lanches gordurosos e industrializados exige que criatividade do nutricionista para oferecer refeições interessantes e nutritivas para cada faixa etária.

 

A teoria por trás da refeição

O nutricionista tem outro papel relevante nas escolas: a orientação. Desde informar aos membros da equipe e à diretoria sobre os motivos de cada decisão do cardápio até conduzir palestras e projetos educacionais que conscientizem os alunos sobre a importância da alimentação saudável. O conhecimento desse profissional deve cumprir o propósito de nutrir os envolvidos. Isso, muitas vezes, também passa por informação e reeducação alimentar.

 

Apresentação pessoal e higiene

O hábito de lavar corretamente mãos, utensílios e alimentos é fundamental para manter a cozinha livre de germes e bactérias. Compreender a necessidade e a frequência desses atos têm impacto direto na saúde dos envolvidos na rotina escolar. A apresentação pessoal também deve ser levada em conta, pois a vestimenta adequada (como o uso de toucas e sapatos fechados) envolve questões técnicas de segurança no trabalho e boas práticas na manipulação de alimentos. Todas essas questões são apresentadas aos profissionais durante os treinamentos e reforçadas em reciclagens ao longo do ano.
 
Embora a operação de uma cozinha escolar pareça simples, envolve o conhecimento e o esforço de muitos profissionais. Garantir a mão de obra especializada torna a operação mais eficiente e atrativa para alunos e funcionários de escolas. Opte por empresas com experiência no setor e que possam atuar com segurança e conhecimento.
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